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1. |
ASSUNTO: Configuração
de Firewalls em redes onde o SAGE está
instalado
PERGUNTA: Em
uma das máquinas da rede do centro de operação
usadas pelo SAGE, instalamos uma placa de rede
adicional e a conectamos com a rede corporativa.
Para evitar ataques, fizemos dela um firewall
e creio que acabamos desabilitando “portas
socket” indevidas. Não sabemos como
funciona a “difusão confiável”
mas suspeitamos que este tipo de comunicação
foi afetada. Gostaríamos de saber qual
é a melhor estratégia a ser utilizada
para configuração desse firewall
?
RESPOSTA: Sugerimos
que o firewall seja instalado em uma
máquina que não seja utilizada pelo
SAGE, mas se não for possível, recomendamos
que não haja nenhuma regra nesse firewall
para restringir o tráfego na rede tempo
real, devendo essas regras limitarem-se apenas
a bloquear acessos externos originados na rede
da placa adicionada.
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| 2.
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ASSUNTO:
Comandos de manutenção da Base
de Dados em nós da rede de difusão
PERGUNTA:
A utilização do comando AtualizaBD
para a atualização ‘quente’ de uma nova versão
da base de dados do SAGE, deve ser feita executando-se
o comando em todos os nós da rede de difusão do
SAGE ou apenas no primeiro nó ? E no caso de atualização
‘fria’ com o comando Conv ?
RESPOSTA: Tanto
o comando AtualizaBD quanto o comando
Conv só é executado em
apenas um nó da rede de difusão
quando a instalação em questão
possui um file-system centralizado por um sistema
RAID. Em instalações não
atendidas por um sistema RAID, esses comandos
devem ser repetidos em todos os nós da
rede, ou então deve ser utilizado num único
nó dessa rede o comando convbase, que exibe
um ‘help’ digitando-se:
convbase -h
Para maiores informações, consulte
o documento “Scripts de Manutenção
do SAGE”, distribuído no Boletim-046
de Atualização, e também
disponível para download neste site na
opção Documentação/Manuais
do Sistema.
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| 3.
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ASSUNTO:
Configuração de pontos analógicos
para arquivos históricos em planilhas EXCEL
PERGUNTA: Que
entidades e atributos da base de dados fonte do
SAGE devo configurar para que o valor corrente
dos pontos analógicos sejam gravados em formato
CSV nos arquivos EXCEL residentes no diretório
$ARQS ? É possível selecionar apenas alguns pontos
analógicos ou todos os pontos da base de dados
são gravados como nos arquivos do formato PAS
? Como posso ajustar a periodicidade de gravação
? É possível configurar a gravação de pontos diferentes
com periodicidades distintas ?
RESPOSTA: Para selecionar
os pontos analógicos que serão gravados
nesses arquivos históricos, e terão
a extensão ‘.csv’, o atributo
UAPL da entidade PAS deve ser preenchido com o
valor ‘SIM’. Serão gravados
quatro arquivos diários, um a cada período
cheio de seis horas, com todos os pontos PAS selecionados
com UAPL= SIM. A periodocidade usada para gravação
será a mesma utilizada pelo SAGE para atualização
do gráfico de tendências (default)
ou o usuário poderá especificar
um tempo diferente através da variável
de ambiente TMP_PLAN no arquivo SSC_Amb. A cada
período, todos os pontos selecionados são
gravados numa nova linha da planilha. Complementando
a seleção feita na base de dados
fonte do SAGE, durante a operação
do sistema, novos pontos podem ser incluídos
assim como pontos existentes podem ser excluídos
através do botão “Selecionado
para exportação” no diálogo
de pontos analógicos do Visor de Telas.
As alterações efetuadas por esse
método passarão a valer no próximo
arquivo / período cheio de seis horas.
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| 4. |
ASSUNTO:
Customização dos textos dos diálogos
de controle supervisório
PERGUNTA: Como
devo proceder para modificar o texto dos diálogos
de controle tipo AUMD de "Aumentar 1 Passo"
e "Diminuir 1 Passo", alterando-os por
exemplo para "Aumentar" e "Diminuir"
?
RESPOSTA: Esses
textos são definidos na entidade TCTL e
podem ser editados pelo usuário no arquivo
tctl.dat através dos atributos
DLG_CLOSE e DLG_TRIP do controle em questão.
Nessa mesma entidade também podem ser alterados
nos atributos ALR_CLOSE e ALR_TRIP os textos que
aparecerão nas listas de alarmes do controle
supervisório.
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| 5. |
ASSUNTO:
Inibição da entrada
manual no diálogo de pontos de tempo-real
PERGUNTA: Gostaria
de impedir o acesso do operador ao comando de
entrada manual contido na janela de diálogo exibida
pelo Visor de Telas quando se clica sobre um equipamento.
No SigDraw, o campo "ENTRADA MANUAL"
correspondente ao equipamento está configurado
como "NAO". No arquivo SigComportamento,
a variável “DIG_OBEDECE_NAO_ENTRAVEL”
está configurada como "SIM". Apesar disso,
a entrada manual continua sendo possível no equipamento.
Como posso impedir a execução da entrada manual
pelo operador ? Posso estar procedendo de maneira
equivocada em alguma tabela ?
RESPOSTA: Para inibir
a entrada manual segundo a configuração
feita no SigDraw, a variável “DIG_OBEDECE_NAO_ENTRAVEL”,
definida no arquivo SigComportamento.dat, deve
ser interpretada pelo Visor de Telas considerando
o “comportamento novo”, que deve ser
definido pela variável “COMPORTAMENTO_VERSAO”.
Como consequência desse novo comprtamento,
a variável “OBJS_USAM_CORES_STATUS”
também deve ser definida. Sendo assim,
o arquivo SigComportamento.dat deve ser
editado de forma a definir essas variáveis
conforme o exemplo abaixo:

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| 6. |
ASSUNTO:
Instalação do SAGE
em Solaris-8 e Solaris-2.6
PERGUNTA: Nas
máquinas SUN o SAGE pode ser executado
com a versão 8 do sistema operacional Solaris
? Em caso afirmativo, onde posso encontrar o arquivo
binário com o kit de distribuição
do SAGE (sageexe_SunOs_sparc_ems.tar.Z) e o Guia
de Instalação ?
RESPOSTA: O SAGE
pode ser executado tanto sob a versão 8
do sistema operacional Solaris quanto sob a versão
2.6 desse sistema. O mesmo kit de instalação
‘sageexe’ serve para as duas versões,
assim como se aplicam a elas os procedimentos
descritos no guia de instalação
e nas notas de atualização, documentos
esses disponíveis para download nesse site.
Dê especial atenção aos itens
‘r’ e ‘s’ que estão
na página 13 do documento das ‘Notas
de Atualização’.
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| 7. |
ASSUNTO:
Registros de data-hora em transição
de/para horário de verão
PERGUNTA: Apesar
de terem sido seguidos todos os passos descritos
no Guia de Instalação do SAGE-2002
para a sincronização do SAGE junto
ao GPS, existe a defasagem de uma hora (exatamente)
do GPS para o horário registrado no SAGE
pelos visores, logs de alarmes, etc.
RESPOSTA: O que
está acontecendo é que o sistema
operacional Linux entrou de modo indevido automaticamente
no horário de verão, porque a programação
dessa pasagem precisa ser feita explicitamente
a cada ano quando o governo brasileiro determina
as datas em que essas transições
ocorrerão. Quando essa programação
não é feita, a transição
ocorre em datas padronizadas que geralmente não
coincidem com as datas escolhidas pelo governo.
Para fazer essa programação utilize
o comando instala_tz no subdiretório $SAGE/drivers.
Outra precaução importante para
instalações que utilizam o protocolo
DNP-3.0 é certificar-se que o UPD-017/2002
está instalado, porque as etiquetas de
tempo dos registros de SOE, em ligações
configuradas com o token TZBR usado no atributo
CONFIG da entidade CNF, necessitarão de
ajuste após a passagem do horário
de verão.
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| 8. |
ASSUNTO:
Sincronismo de hora no protocolo
IEC/60870-5-101
PERGUNTA: Gostaria
de entender melhor a interpretação
CEPEL sobre a mensagem de clock synchronization
command (TI-103) no protocolo IEC/60870-5-101.
Na entidade CNF encontramos no atributo CONFIG
o token SINCR= 1 indicando que o SAGE vai enviar
o comando de sincronização de hora,
mas não encontramos nenhum outro parâmetro
onde possamos informar ao SAGE qual a periodicidadede
envio desta mensagem.
RESPOSTA: A periodicidade
de envio do TI-103 não é configurável.
Ela é interna ao código do conversor
de protocolo do SAGE e seu envio está ajustado
para cada meia hora cheia ou após cada
estabelecimento do enlace de comunicação.
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| 9. |
ASSUNTO:
Supressão de alarmes em
situações de transito ou pela condição
de invalidade
PERGUNTA: Após
uma ocorrência no sistema elétrico,
com desligamento de uma subestação,
os operadores responsáveis pela operação
da referida SE, reclamaram que na normalização
do sistema os alarmes dos disjuntores voltando
à condição inicial (fechado)
não apareceram no Visor de Alarmes, embora
esses disjuntores sinalizassem normalmente no
unifilar da SE exibido no Visor de Telas. Segue
abaixo, como exemplo para analise do problema,
os registros de alarmes e sequência de eventos.


RESPOSTA:
O alarme pode não ter sido gerado por conseqüência
de uma condição onde o equipamento
inicialmente se apresentou inválido e posteriormente
transitou para um determinado estado. Por default,
o SAGE só gera alarme quando detecta transito
entre estados válidos. Para que o alarme
de um determinado ponto seja gerado num transito
da condição inválido-aberto
para condição válido-fechado,
ou de inválido-fechado para válido-aberto,
é preciso que o atributo ALINT da entidade
PDS esteja configurado com o valor SIM para esse
ponto, assim como o atributo STINI deve indicar
o estado inicial normal do ponto.
Esta condição anormal de transito
pode também estar ocorrendo por erro na
configuração do ‘token’
INVAL do atributo CONFIG da entidade CNF, ou do
tipo de filtro TPFIL aplicado a um ponto lógico.
Como nesses atributos se configura a interpretação
que o SAGE dará para os 4 estados reportados
em pontos duplos dos protocolos IEC/60870-5-101/104,
ou como processará o filtro da transformação
de dois pontos físicos simples em um ponto
lógico, um erro em alguma dessas configurações
pode levar o SAGE a interpretar a condição
normal de transito como condição
de invalidade.
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| 10. |
ASSUNTO:
Supressão seletiva de registros
de alarmes
PERGUNTA: Gostaria
de esclarecimentos sobre a utilização
dos termos *LOG* e *NUL* no início do conteúdo
do atributo TEXTO da entidade OCR. Qual é
a função de cada uma dessas expressões
?
RESPOSTA: Quando
o texto de um determinado alarme é definido
na entidade OCR se iniciando com as palavras *LOG*
ou *NUL*, o tratamento relativo a apresentação
do alarme no Visor de Alarmes e no Visor de Logs
é a seguinte:
*LOG* - O alarme não será exibido
no Visor de Alarmes. Somente no Visor de Logs;
*NUL* - O alarme não será exibido
em nenhum desses dois visores mas o ponto associado
continuará a ser normalmente assinalado
na condição de alarme pelo Visor
de Telas (medida em reverso, bandeirola do flag-digital,
etc).
Esta condição pode ser utilizada
quando, por exemplo, deseja-se registrar apenas
o alarme da abertura de um determinado disjuntor
mas não o de fechamento. Outro caso aplicável
seria o de suprimir determinados alarmes da apresentação
no Visor de Alarmes mas deixa-los disponíveis
para consulta no Visor de Logs.
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